| PANORAMA:
Na época em que os Guardiões do Universo criavam a Tropa dos Lanternas Verdes, um grande contingente de homens oanos, desaprovando a sua política, deixou Oa para um local oculto. estes passaram a denominar-se os CONTROLADORES. As mulheres oanas ficaram praticamente sem homens. Com a imortalidade oana, a perfeição da raça não as preocupava, mas o processo romântico com um par masculino era um prazer que as oanas não desejavam abandonar. Com isto em mente, há 2,5 bilhões de anos as mulheres também deixaram Oa numa grandiosa espaçonave. Percorrendo o universo em busca de homens compatíveis, encontraram-nos no plt. Korugar. Os Guardiões, que aparentemente haviam relegado suas mulheres ao esquecimento, detectaram as atividades das mulheres. Mas as responsabilidades com a Tropa dos LV em todo o universo tomava toda sua atenção. Desta forma, as mulheres oanas tomaram korugarianos escolhidos como seus pares amantes. Com isto, as oanas passaram a comandar Korugar, através de seus maridos.
Com o passar do tempo, elas começaram a desconsiderar sua vida anterior em Oa e finalmente despojaram-se da energia azul. Contudo, aperfeiçoaram a energia vermelha de suas emoções para se assemelharem mais a seus amantes de pele vermelha. Sua pele sempre fora normal, contudo. Estocaram sua energia azul não mais usada em convergências harmônicas sonoras. Misturando-as com suas emoções rubras, passaram a controlar a luz púrpura, princípio de seu futuro poder.
Eras depois, os Guardiões começaram a sentir saudades de suas antigas mulheres e descobriram a atualidade dos fatos. De início, movidos pelo ciúme, decidiram trazer as mulheres de volta a Oa à força e punir os korugarianos, mas decidindo mais sensatamente, firmaram um juramento que korugarianos ou as mulheres nunca seriam molestados pelos Guardiões ou pelos membros da Tropa; do contrário, se isto ocorresse a Bateria Central deveria voltar-se contra si mesma e desestabilizar-se.
Em Zamaron, elas encontraram uma gema ardente gerando luz violeta, e a utilizaríam para disseminar a luz do amor pelo universo. Então, procuravam uma representante sua em cada setor, a qual denominavam sua "rainha" e nela mesclavam a gema safira. Esta comandava a vontade de sua hospedeira e a impelía a encontrar alguém que ela amasse e comsumasse seu amor com essa pessoa. Em seguida, o conjuge escolhido era executado pela safira. Dentro do cadáver, uma nova gema se desenvolvia até todo o planeta estar repleto de gemas e protegido pelo amor forçado idealizado pelas Zamaronas. Com isto, esperavam evitar as guerras, através do controle incondicional.
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