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Originalmente um dos 36
Guardiões do Universo; durante os anos 80, Appa foi o escolhido para responder a
um desafio de HAL JORDAN para que um dos Guardiões fosse até a Terra conhecer o
modo de vida dos humanos. Por meses, viajou num caminhão com Jordan e seu amigo
Arqueiro Verde, observando a vivência dos humanos, e experimentou como é ser um.
Quando Jordan foi gravemente ferido, Appa escolheu salvar sua vida, ao invés de
evitar o vazamento de um produto tóxico. Por este ato, julgado pelos Guardiões, Appa
teve sua energia vital de oano drenada pela energia mental dos demais e se torna um mortal como qualquer humano.
Também fora
enviado ao planeta Maltus, onde os Guardiões se originaram. Desde então, sua
força e lembranças de todas as coisas têm diminuído com os anos, mas em Maltus,
Appa se dispôs a ajudar os necessitados, coisa que ele não aprendera como
Guardião. Appa comandava os esforços de reconstrução do planeta, destruído na
época da "Crise nas Infinitas Terras".
Fora
solicitado pelos Guardiões a retornar voluntariamente a Oa, a fim de auxiliar na
reconstituição da organização, quase destruída na Crise. Dispôs-se a permanecer
em Maltus para aconselhamento de qualquer Lanterna Verde que o consultasse,
visto que todos os Guardiões decidiram abandonar Oa com as Zamaronas para um
local recluso e oculto.
Em Oa, presidiu o julgamento final
de SINESTRO, onde a condenação de pena-de-morte eclodiu na destruição
organizacional da Tropa dos Lanternas Verdes e do próprio planeta Oa. Nesta
ocasião, após entrar dentro da Bateria Central e ser inundado pela energia
esmeralda, tornou-se novamente um Guardião. Em seguida, auxiliou Hal Jordan na
derrota de Sinestro. O Guardião permaneceria como responsável pela Bateria, que
não mais seria capaz de criar novos anéis, mas com sua energia restante,
abasteceria aqueles que ainda existiam. Sendo o único residente em Oa,
transferiu para si mesmo todo o poder residual que estava na Bateria. Agora, os
Lanternas Verdes restantes, drenariam a energia que naturalmente fluiria do
corpo dele.
Mesmo novamente sendo Guardião, não
abandonou seus hábitos humanos e não se dispunha mais a policiar as atividades
dos Lanternas Verdes. Devido a toda energia consumida pelos anéis restantes
espalhados pelo universo, convergirem de uma única fonte de suprimento, que era
o próprio Apsa, sua condição mental foi-se deteriorando, a ponto de chegar
a enlouquecer, tentando forçar um elo mental com o ex-Lanterna Verde SACERDOTE, que
fora a Oa auxiliá-lo; não conseguindo, assassinou-o. Tentou a mesma coisa com
JOHN STEWART, quando este foi a Oa em busca de conselhos, após seu fracasso na
missão de Xanshi, onde bilhões morreram pela explosão de uma ogiva. Com sua energia
mental, enviou uma onda portadora até Maltus e arrancou de lá a cidade-retiro
dos Guardiões remanescentes, para trazê-la até Oa. Em seguida, iniciou uma
verdadeira coleção de cidades de inúmeros mundos, teleportando-as até Oa e
criando atmosferas de subsistência próprias para cada uma, tudo porque ele se
"sentia sozinho". Com o retorno obrigatório dos Guardiões remanescentes
avisados do perigo por Hal Jordan, Appa
fora julgado e condenado por eles, por assassinato do Sacerdote, imobilização de
membros da Tropa dos Lanternas e rapto de indivíduos inocentes de seus planetas,
prendendo-os em Oa, usando de violência para tanto; contudo com imenso poder oano acumulado,
Appa derrotou-os, pois eles possuíam apenas suas reservas naturais. Ali Apsa só fora derrotado com o esforço conjunto de todos os Guardiões e
John Stewart como canal, quando o ex-Guardião fora executado com um ataque
mental fulminante.
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